Hitler teria tido filho com jovem francesa de 16 anos

O líder nazista Hitler teria tido um filho fruto de um relacionamento com uma jovem francesa de apenas 16 anos, de acordo com matéria divulgada pela revista “Le Point”. Ele teria engravidado Charlotte Lobjoie durante a Primeira Guerra, em 1917, e deste breve relacionamento nasceu Jean-Marie Loret, em 1918. Ele morreu em 1985, aos 67 anos, com a certeza de que era filho de Adolf Hitler.

Quando ainda não sabia quem era seu pai, o jovem defendeu a França contra as forças alemãs durante Segunda Guerra, em 1940. A mãe sempre evitou falar sobre o pai e entregou o filho para a adoção no início dos anos 30. Hitler teve pouco contato com a criança, mas se comunicava com a mãe. Charlotte só revelou a verdade ao filho pouco antes de sua morte, nos anos 50.

Movido pela curiosidade de descobrir suas raízes, Jean-Marie realizou exames e verificou que tinha o mesmo tipo sanguíneo e uma caligrafia semelhante à de Hitler. No sótão da casa da mãe, ele encontrou quadros assinados por Hitler. Na Alemanha, foi descoberto um retrato de uma mulher bastante parecida com Charlotte. Além disso, documentos oficiais do exército alemão indicam que foram enviados envelopes com dinheiro a Charlotte durante a Segunda Guerra.

Durante a I Guerra Mundial, em 1914 Hitler servia no exército alemão, e estavam em uma batalha contra as tropas francesas perto de Seboncourt na Picardie. Ocasionalmente, os soldados são enviados de volta para se recuperar, recuperar a força e às vezes se diivertir. Em Fournes-in-Weppe, uma pequena cidade a oeste de Lille, Hitler encontrou Charlotte Lobjoie, uma jovem de apenas 16 anos.

“Um dia eu estava arrumando o feno, com outras mulheres, quando vimos um soldado alemão, localizado do outro lado da rua, revela a seu filho Jean-Marie  muitos anos depois. Ele tinha uma espécie papelão e parecia desenhar. Todas as mulheres acharam este soldado interessante e mostraram-se curiosas para saber o que ele estava desenhando.”

O desconhecido é atencioso e simpático, e até amigável com as jovens camponêsas. Assim começou um relacionamento com Charlotte Lobjoie que vai durar várias semanas.

Quando seu pai estava comigo muito raramente  ele gostava de me levar para passear no campo, seu pai ficava muito inspirado com a natureza.”

Uma noite, em junho de 1917, Hitler voltou um pouco bêbado para se encontrar com Charlotte, e nessa noite ficamos juntos. Em Março do ano seguinte nasceu um filho. Nos olhos das crianças locais, Jean-Marie era um “bastardo.” Muitas vezes ele dava um soco em seus colegas  para lavar essa infâmia. Os anos passam, e Charlotte se recusa a comentar sobre as misteriosas circunstâncias do nascimento de seu filho. Com grandes dificuldades financeiras Charlotte, desistiu do seu filho e o entregou  sob a custódia de um casal com melhores condições financeiras. Esta “nova família” acabará por adotar um filho de Hilter, o homem que levaria o mundo a guerra. Seu “pai real” não o reconhece, se recusa a vê-lo, mas continuou a procurar notícias de sua mãe.

Poucas semanas antes de morrer no início dos anos cinquenta, Charlotte confessa ao filho a verdadeira identidade de seu pai. O choque é terrível. “Para não cair na ansiedade, eu trabalhei incansavelmente, sem tirar férias, sim distração: 20 anos sem entrar em uma sala de cinema”, disse Jean-Marie Loret contada em seu livro que ele publicou na indiferença geral, em 1981, publicado pela Universidade ea Educação Moderna.

Desde meados dos anos setenta, já adulto e pai, Jean-Marie Loret deseja formalizar a sua descoberta triste.
Contratou os serviços de um historiador, para descobrir as cenas de sua infância, poucas testemunhas interrogadas e uma diligente uma série de pesquisas: um método para identificar conhecimentos no aspecto comparativo, outra do Instituto de antropologia e Genética da Universidade de Heidelberg, que mostra em particular que pai e filho têm o mesmo tipo de sangue, uma comparação entre Adolf Hitler e Jean-Marie psychographologique Loret e uma comparação dos escritos de caligrafia de ambos. Todos chegam à mesma conclusão. Jean-Marie Loret é provavelmente o filho de Adolf Hitler.

Esta tese tem sido sempre uma grande disputa entre os historiadores. No entanto, outros aspectos preocupantes emergem: ficou estabelecido que, durante a ocupação, os oficiais da Wehrmacht trouxeram envelopes de dinheiro para Charlotte. Com a morte de sua mãe, Marie Jean Loret descobriu no sótão da casa da mãe pinturas assinadas “Adolf Hitler”, enquanto na Alemanha encontraram uma mulher em uma pintura que parecia com sua mãe.

“Quando se trata de mim em 1979, lembra mestre Gibault, tenho diante de mim um pouco perdido um homem que não sabe se quer ser reconhecido como o filho de Adolf Hitler ou quer tirar o assunto a limpo somente . Este golpe de uma caneta Ele experimenta os sentimentos de muitos filhos ilegítimos.O desejo de encontrar um passado tão pesado quanto for, mas o medo de voltar as vezes é grande. Certamente, ele poderia reclamar uma parte dos royalties de Mein Kampf, e porque não, contas bancárias de que o Führer tinha talvez abertas na Suíça, mas 60 anos era razoável? Alguns meses mais tarde, Jean-Marie Loret publica um livro que vai passar despercebida.
Ironicamente, Jean-Marie Loret alistou-se em 1939  no batalhão que lutou na frente da Linha Maginot. No ano seguinte, sua unidade liderou uma violenta batalha contra as tropas alemãs nas Ardenas, em 1940. Durante a ocupação foi ainda contactado pela rede de Resistência OCM (organização civil e militar), na qual ele carregava o nome de “Clemente”. Ignorando suas origens, transforma-se naturalmente em parte da resistência contra os exércitos de Hitler.

Autor: Leandro CHH

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Descobertos outros 16 geoglifos na região amazônica

Um grupo de pesquisadores da Universidade do Pará anunciou a descoberta de outros 16 geoglifos na região amazônica. Estas grandes grandes figuras desenhadas no chão foram avistadas no dia 16 de junho, durante um sobrevoo. Com isso, até agora, foram descobertos 308 geoglifos próximos do limite entre os estados do Acre e do Amazonas.

Os geoglifos são formados fragmentos como rochas e pequenas pedras. Em sua maioria, são visualizados do alto, como é o caso dos famosos geoglifos de Nazca, no Peru. No Brasil, as imagens começaram a ser descobertas pelos pesquisadores no final dos anos 70. De acordo com os cientistas, alguns desses geoglifos podem ter mais de 10 mil anos e alguns deles chegam a medir centenas de metros de diâmetro. Suspeita-se que estas figuras foram feitas para marcação de locais e também para a realização de rituais.

Pesquisadores encontraram 16 novos geoglifos — grandes figuras feitas no chão por povos antigos — na divisa do Acre com o Amazonas. A descoberta foi feita por cientistas liderados pela antropóloga Denise Schaan, da Universidade Federal do Pará, durante um sobrevoo às margens da BR-317, no sul da região amazônica. Com isso, somam-se 308 geoglifos próximos do limite entre o Acre e o Amazonas.

 

Os geoglifos brasileiros da região amazônica foram descobertos em pesquisas arqueológicas que se iniciaram no fim da década de 1970. Os cientistas estimam que alguns possam ter até 10.000 anos de idade — os encontrados agora foram feitos entre o século I e XIII d.C. Muitos chegam a medir centenas de metros de diâmetro.

Segundo Denise, a descoberta foi feita em um voo realizado no dia 16 de junho. Os cientistas esperam mostrar parte dos resultados em um simpósio que começa nesta quarta-feira e vai até o dia 30 na capital do Acre, Rio Branco.

Os geoglifos da região amazônica se tornaram visíveis depois da derrubada de árvores. Os pesquisadores pensavam que já haviam encontrado tudo, mas estavam enganados. “Fazendas de área desmatada contínua são áreas promissoras para novas descobertas”, disse. “É possível que existam muito mais figuras debaixo da floresta.”

De acordo com Denise, várias figuras já haviam sido descobertas por terra, mas faltava a observação pelo ar. “Durante a procura pelas figuras já registradas em terra, encontramos novos geoglifos”, afirmou. “Não sabemos o que são ou quem os construiu, mas vamos levar os dados para o laboratório e começar os trabalhos”, diz.

Denise acredita que os geoglifos marcavam locais de encontros e rituais. “O que nos impressiona é a extensão dessa prática cultural, pois são 260 quilômetros de distância entre o geoglifo mais ao sul, no Acre, e o geoglifo mais ao norte, no Amazonas.”

Autor: Leandro CHH

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MASSADA

Massada Massada é um palácio construído por Herodes, o Grande sobre um planalto de 400 metros que têm o mesmo nome. Localizado na costa ocidental do Mar Morto. Em um rochedo isolado de onde se observa o Mar Morto na fronteira oeste do Deserto da Judéia, encontra-se um lugar de beleza majestosa – Massada (מְצָדָה, metsadá). O nome Massada deriva da palavra metsudá (מְצוּדָה) que significa “fortaleza”. Essa palavra nos dá uma pista sobre a função histórica desse lugar. Ao leste, a rocha segue vertical por cerca de 450 metros até o Mar morto (o ponto mais baixo da terra), e ao oeste, ela se levanta por cerca de 100 metros acima do terreno ao redor. O acesso natural ao topo do rochedo é muito difícil. O topo é bastante. As circunstâncias naturais do local – isolado, mais elevado do que o terreno ao redor, topo plano, difícil acesso, bela vista natural e clima muito seco – o tornaram um refúgio perfeito para governantes e rebeldes.

Autor: Leandro CHH

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O Estado e as Religiões

Enquanto os socialistas vivem a criar lutas religiosas, nós seguimos um caminho diferente, em que se entrosam a lealdade e o respeito as crenças alheias, porque não somos clericais nem anticlericais; não somos budistas nem bramanistas: Somos acima de tudo filhos de Deus, que é a Perfeição e a esperança eterna da Humanidade.

 

A organização do Estado, o Governo, suas funções decorrentes, é tudo isso campo privativo do Integralismo, onde não interfere nenhuma outra força estranha . Por outro lado não se intervém no campo religioso, onde é soberana a Religião em tudo que lhe é peculiar, como a catequese, a educação dos seus fieis, o ritual, etc.

 

Seria muito interessante, que o Estado pretendesse legislar sobre matéria religiosa, nomeando padres para as paróquias, estabelecendo a forma do ritual e das orações.

 

Não menos interessante seria, também, que o Clero se reunisse para tratar de legislação sindical e controvérsias sobre a lei de aposentadoria etc. Não são campos opostos, mas paralelos, que caminham, para nós, em perfeita harmonia, já que não prescindimos da educação religiosa, que é o sustentáculo da moral e por conseguinte dos fins superiores do Integralismo. Só não compreendem isso certas pessoas que confundem a Religião com os maus atos deste ou daquele sacerdote, o que afeta ao homem e nunca à Doutrina da Igreja.

 

Uma pessoa de mediano bom senso sabe separar o joio do trigo e interpretar com Justiça todas essas questões. Diremos mais uma vez: “QUI AURES HABET AUDIET” (Quem tem ouvidos ouça)!

 

Há liberdade de culto religioso, mas já não há liberdade de propaganda materialista, porque o Estado Integral não é anfíbio; agnóstico e espiritualista a um tempo só: É espiritual em harmonia com todas as crenças de caráter monoteísta e nesse ponto é irredutível. Não força, não impõe a ninguém a maneira de crer em Deus, como também não pune a ninguém porque seja ateu. O que não admite, em hipótese nenhuma, é que o materialismo tenha cátedra para inocular o seu veneno no coração da mocidade.

 

Cabe à ciência o estudo positivo da matéria e suas leis cabem à Filosofia Espiritualista o estudo das causas primeiras e finais do Universo, da vida e do espírito.

 

O nosso Estado é, pois, um Estado de alma e de Ideal.

Enquanto o Comunismo se impõe uma espécie de sectarismo ateu, sem nenhuma liberdade, com sanções para os crentes em Deus, que mandam para os cárceres, para a morte, o nosso Estado moderníssimo afirma a sua espiritualidade com elevação e bom senso, permitindo ateísmo somente para uso interno e nunca para uso externo, como ficou esclarecido.

 

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FILHO, Ferdinando Martino. Pela Revolução Integralista, São Paulo: Editorial Paulista, 1935.

 

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O INTEGRALISMO E A EDUCAÇÃO

Plínio Salgado

Nos jornais e revistas que o Integralismo publicou em 1932 a 1937, em livros desse período e dos anos posteriores até hoje, até o presente, foi exposto o pensamento dos adeptos do Sigma sobre Educação, quer no tocante aos aspectos gerais do problema, seus fundamentos filosóficos e sua objetivação, assim como no referente a setores particulares ou especializados das atividades educacionais.

Obedecendo, embora à mesma orientação filosófica, os autores escreveram segundo interpretações pessoais, produzindo trabalhos esparsos, sem a preocupação de realizar uma sistemática educacional. No entanto se verifica em todos esses escritos, um único pensamento: o da educação integral, para o homem integral.

Se a educação visa a formação do Homem, cumpre, antes de tudo, firmar um conceito do Homem. Segundo o critério Integralista, o Homem deve ser tomado no conjunto de sua personalidade. E para se ter essa noção de conjunto, temos de considerar o Ser Humano: 1ª) – como ele é; 2º) – como funciona subjetivamente; 3º) – como funciona, para atingir a plena realização de si mesmo, no meio social.

Para o Integralismo, o Homem é uma dualidade consubstancial exprimindo-se numa unidade substancial, definição de Boécio que nos faz compreender que o Homem não é apenas corpo, nem apenas espírito, mas as duas coisas intimamente ligadas. Diremos mais claramente: o Homem é um ser racional, criado à imagem e semelhança de Deus, seu criador, com direitos e deveres inerentes e decorrentes da sua racionalidade e da sua finalidade. O objetivo principal do Homem é, portanto, a realização plena da sua personalidade segundo sua natureza e seu destino.

O papel, por conseguinte, da Educação, é dar ao Homem os meios para que essa realização se efetive. Essa primeira consideração quanto ao que o Homem é, leva-nos à segunda, que passa do campo da filosofia para o da especialização psicológica, fisiológica e biológica, para sabermos como o Homem funciona segundo ele próprio, segundo a sua natureza corporal e espiritual. Sendo toda obra educativa uma interferência de alguém em alguém, ela pode tornar-se uma coação, no sentido de deturpar, deformar ou transformar a personalidade. Não iremos ao exagero de Rousseau e dos excessos individualistas, mas, não podemos deixar de reconhecer que a melhor das educações é a que não violente a pessoa humana, conformando-a para finalidades outras que não sejam a própria finalidade do Homem, segundo sua natureza e seu destino decorrente dessa mesma natureza.

Fala-se hoje em “educar para a democracia”, “educar para a liberdade”, “educar para o nacionalismo”, “educar para o socialismo”, “educar para o desenvolvimento econômico e técnico”; só não se fala em preparar o Homem para si mesmo.

Mas é aqui que transitamos do campo da psicologia, da fisiologia, da biologia, que compreende a educação moral, física e estética, para entrarmos no campo da sociologia, isto é, do funcionamento do Homem no meio social, não só para que este seja beneficiado pelo esforço e cooperação de cada um e de todos, como para que seja cada um beneficiado pela soma e condições de bens comuns que constituem a zona de condomínio de todas as pessoas e grupos naturais.

Esta terceira consideração sobre a finalidade da educação oferece-nos novos dados para uma melhor compreensão da personalidade. Longe de diminuir a potencia de afirmação do Ser Humano, o convívio e a participação no meio social elevam o índice dessa potencialidade. Em última análise, a personalidade não é apenas o Ser em Si, mas o Ser em face de outros Seres. Personalidade é consciência de diferenciação. A diferenciação é resultante de comparação. E a comparação se efetiva no convívio.

É no convívio que se exprimem as diversidades de vocações, de aptidões, de tipos de inteligência, de temperamento, como se notam as afinidades, as semelhanças, as preferências. Segundo as diversidades os homens trocam benefícios; segundo as afinidades, fortalecem o esforço realizador e defendem seus interesses naquilo que estes têm de comum. A personalidade individual se fortalece pela sua participação numa família (diferente das outras) onde, por sua vez é um membro diferenciado dos demais; pela participação no grupo profissional (distinto dos outros grupos profissionais); pela participação na associação cultural; pela participação no Município ou na Província, na Sociedade Religiosa, no Grupo Nacional. Além dos caracteres físicos e psicológicos diferenciadores, o convívio social oferece a identificação de família, e profissão, de grau de cultura, de municipalidade, de provincialidade, de religião, de nacionalidade.

A educação, portanto, no sentido de instruir para maior eficiência na cooperação social completa a que visa dar-lhe expansão plena no seu desenvolvimento físico e espiritual.

Este, em linhas gerais, o conceito da educação decorrente da filosofia integralista e dos seus critérios interpretativos dos valores humanos, sociais e nacionais.

Você quer saber mais?

(Excerto extraído das págs. 7, 8, 9, 10, e 11 de “O Integralismo e a Educação” – Rio de Janeiro – Livraria Clássica Brasileira/Edições GRD – s/data – 217 págs. – “Enciclopédia do Integralismo” – Vol. IX).

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